Em 30 segundos
- Deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido após disparo de arma numa casa noturna do Itaim Bibi; ninguém ficou ferido.
- Divergência: Jovem Pan e CartaCapital dizem que ele foi preso, o que a defesa nega; a CartaCapital, no título, diz que ele atirou.
- Ainda não se sabe o resultado da perícia da arma nem o que causou o disparo; a hipótese mais citada é a de acidente.
O que se sabe
Na madrugada de segunda-feira (19), o deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido após um disparo de arma de fogo em uma casa noturna do Itaim Bibi, em São Paulo, e ninguém ficou ferido. A pistola Glock calibre .380 dele foi apreendida para perícia, e a polícia informou que o registro e o porte estavam válidos. Segundo a SSP, o disparo teria sido acidental, mas a perícia ainda não esclareceu o que ocorreu. Aguiar prestou esclarecimentos e foi liberado; ele atribuiu um mal-estar a medicamentos e disse que, se houve disparo de sua arma, foi acidental.
- O deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido na madrugada de segunda-feira (19) após disparo de arma de fogo em casa noturna no Itaim Bibi, em São Paulo. Relatado pelos 6 veículos.
- Não houve feridos no episódio. Relatado por CartaCapital, Folha de S.Paulo, G1, Jovem Pan e O Globo.
- A pistola Glock calibre .380 do deputado foi apreendida e encaminhada para perícia. Relatado por CartaCapital, Folha de S.Paulo, G1, Jovem Pan e O Globo.
- Segundo a polícia, a arma estava com registro e porte válidos. Relatado por Folha de S.Paulo, G1 e Jovem Pan.
- Aguiar prestou esclarecimentos na delegacia e foi liberado. Relatado por CartaCapital, Estadão, Folha de S.Paulo, Jovem Pan e O Globo.
- Um veículo com placa oficial da Alesp também foi apreendido. Relatado por CartaCapital, Estadão, Folha de S.Paulo e Jovem Pan.
- Segundo a versão do deputado, relatada à polícia ou por sua assessoria, ele sentiu mal-estar atribuído a medicamentos e, se houve disparo de sua arma, foi acidental. Relatado por CartaCapital, Folha de S.Paulo, G1 e O Globo.
- Horas antes do episódio, Aguiar participou de ato de apoio a Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista. Relatado por CartaCapital, Folha de S.Paulo e O Globo.
- Aguiar é cantor gospel e integra a bancada evangélica da Alesp; assumiu o mandato em 2025 após Helinho Zanatta (PSD) deixar a cadeira para ser prefeito de Piracicaba. Relatado por CartaCapital, Estadão, Folha de S.Paulo, Jovem Pan e O Globo.
- Aguiar não foi reeleito na eleição estadual de 2026. Relatado por CartaCapital, Estadão, Folha de S.Paulo e O Globo.
- A arma e o caso ainda estão em apuração, e a causa do disparo não foi esclarecida até a publicação. Relatado por CartaCapital, Folha de S.Paulo, G1, Jovem Pan e O Globo.
Como cada um deu a notícia
O que cada manchete destacou
Quase todas as manchetes começam pelo deputado Marcelo Aguiar e tratam de uma detenção ou prisão após um disparo de arma.
Verbo usado para a detenção
-
Usam 'detido'
Estadão, Folha de S.Paulo e O Globo
Deputado Marcelo Aguiar (PL) é detido após disparo em casa noturna de São Paulo
-
Usam 'preso'
CartaCapital e Jovem Pan
Deputado Marcelo Aguiar, do PL, é preso após disparo de arma de fogo em casa noturna de SP
Quem aparece como autor do disparo
-
Descrevem o disparo sem dizer quem atirou
Estadão, Folha de S.Paulo, Jovem Pan e O Globo
Quem é Marcelo Aguiar, deputado estadual detido após disparo de arma em casa noturna de São Paulo
-
Dizem que o deputado atirou
CartaCapital
Deputado do PL é preso após atirar com arma de fogo em balada em São Paulo
O que o título põe em primeiro lugar
-
Apresentam o perfil do deputado (quem é)
Estadão e O Globo
Quem é Marcelo Aguiar, deputado do PL e cantor sertanejo gospel detido após disparo de arma em SP
-
Abrem com cargo, partido ou a ação de detenção
CartaCapital, Folha de S.Paulo e Jovem Pan
Deputado Marcelo Aguiar, do PL, é preso após disparo de arma de fogo em casa noturna de SP
-
Abrem com comportamento atribuído a testemunhas, sinalizado no título
G1
Deputado Marcelo Aguiar estava 'xavecando', 'pegando na mão' e 'encostando' em mulheres antes de disparo, dizem testemunhas do bar
As manchetes, veículo por veículo
- CartaCapital Deputado do PL é preso após atirar com arma de fogo em balada em São Paulo 9h52
- Estadão Quem é Marcelo Aguiar, deputado estadual detido após disparo de arma em casa noturna de São Paulo 11h51
- Folha de S.Paulo Deputado Marcelo Aguiar (PL) é detido após disparo em casa noturna de São Paulo 10h19
- G1 Deputado Marcelo Aguiar estava 'xavecando', 'pegando na mão' e 'encostando' em mulheres antes de disparo, dizem testemunhas do bar 12h30
- Jovem Pan Deputado Marcelo Aguiar, do PL, é preso após disparo de arma de fogo em casa noturna de SP 10h10
- O Globo Quem é Marcelo Aguiar, deputado do PL e cantor sertanejo gospel detido após disparo de arma em SP 8h59
Cada ponto é um dos 11 fatos que os veículos relatam em comum. Ponto cheio: o veículo relata o fato; vazio: não relata.
Quem não deu esta notícia
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Onde divergem
Se o deputado foi preso ou apenas detido
CartaCapital
Diz no título que ele é preso, mas no texto a assessoria afirma que ele não foi preso.
Estadão
Diz que ele foi detido na madrugada.
Folha de S.Paulo
Diz que ele foi detido e levado ao 14º DP.
G1
Usa 'é preso' na legenda de foto do caso.
Jovem Pan
Diz no título e no texto que ele é preso após o disparo.
O Globo
Diz que ele foi levado a uma delegacia e que a assessoria nega que ele tenha sido preso.
Se o disparo foi acidental
CartaCapital
Diz que ele teria caído no chão quando a arma disparou, sem classificar o disparo.
Folha de S.Paulo
Diz que a SSP classificou o disparo como acidental e que o deputado disse o mesmo.
G1
Diz que a principal hipótese investigada é a de disparo acidental, mas a Polícia Civil aguarda as perícias.
Jovem Pan
Diz no texto que o disparo foi acidental, ocorrido quando ele caiu no chão com a arma.
O Globo
Diz que, segundo a reportagem, ele teria caído e provocado um disparo acidental.
Conduta do deputado antes da confusão (embriaguez e importunação)
CartaCapital
Diz que testemunhas dizem que ele estava embriagado e incomodando frequentadores.
Estadão
Diz que no vídeo ele aparenta estar embriagado, sem tratar de importunação.
Folha de S.Paulo
Relata que testemunhas dizem que ele importunava outros clientes; imagens mostram aparência de embriaguez e não houve exame.
G1
Relata, com base em testemunhas, que ele estava muito bêbado e importunava mulheres; o boletim da PM registra que ele 'cantou' uma mulher.
Jovem Pan
Não menciona embriaguez nem importunação antes da confusão.
O Globo
Diz que testemunhas relataram que ele estaria embriagado e incomodando frequentadores.
Como começou a confusão
CartaCapital
O deputado, em nota, disse que se envolveu em uma discussão.
Folha de S.Paulo
Testemunhas dizem que alguns clientes pediram que ele se afastasse; o deputado diz que um homem o chamou e ao se virar caiu e ouviu o disparo.
G1
O boletim da PM diz que ele 'cantou' uma mulher acompanhada de amigos, que foram tirar satisfação.
Jovem Pan
Diz que o disparo ocorreu durante uma confusão, sem explicar a origem.
O Globo
A assessoria diz que ele se envolveu em uma discussão e que estava em casa, passando por consulta médica.
Vínculo do veículo apreendido com a Alesp
CartaCapital
Diz que o veículo circulava com placa de carro oficial da Alesp.
Estadão
Diz que o veículo tinha placa da Alesp, sem comentar a frota.
Folha de S.Paulo
Diz que, segundo a Alesp, o carro não faz parte da frota da Casa.
Jovem Pan
Diz que o veículo seria usado por ele e tinha placa oficial da Alesp.
Só um veículo afirma
Assessoria do deputado, citada pelo O Globo
A assessoria afirma que o deputado estava em casa e passaria por uma consulta médica.
Por que pede cautela. Única menção; contradiz o relato de que ele estava na casa noturna e não é confirmada pelos demais veículos.
Relatório da PM, citado pelo G1
O chefe da segurança informou que o deputado se identificou como parlamentar, passou por revista e não disse que portava arma.
Por que pede cautela. Só o G1 traz essa informação, e os demais veículos não mencionam a revista na entrada.
Sem fonte (O Globo)
Desde 2025, o deputado teve atuação discreta na Alesp.
Por que pede cautela. Juízo do próprio veículo, sem dado ou fonte que o sustente.
Sem fonte identificada (Estadão)
O deputado foi liberado pela Polícia Civil em razão da imunidade parlamentar.
Por que pede cautela. Afirmação sem origem; os demais veículos dizem apenas que ele foi liberado, sem citar a imunidade.
Sem fonte identificada (Jovem Pan)
A equipe de segurança retirou o deputado do local e o desarmou.
Por que pede cautela. Afirmação sem origem nomeada e não confirmada pelos outros veículos.
O que ficou de fora
Não há resultado da perícia da arma nem conclusão sobre a causa do disparo. Não houve exame de embriaguez, que, segundo a Folha, não foi solicitado. A defesa de Aguiar não foi localizada ou não respondeu à Folha e ao Estadão, e a versão dela só aparece em notas. Também falta esclarecer por que a versão de que ele estava em casa (O Globo) não bate com o relato de testemunhas no bar.
Análise de cada veículo
Em ordem alfabética. Todos os textos são avaliados com as mesmas regras.
| Veículo | Nota geral | Fatos em comum | Fontes | Outro lado |
|---|---|---|---|---|
| CartaCapitalNotícia | 6,8 | 10 de 11 | 6 (2 anônimas) | Sim |
| EstadãoNotícia | 7,5 | 5 de 11 | 4 (2 anônimas) | Sim |
| Folha de S.PauloNotícia | 9 | 11 de 11 | 7 (1 anônima) | Sim |
| G1Notícia | 7,8 | 6 de 11 | 6 (2 anônimas) | Sim |
| Jovem PanNotícia | 6,5 | 8 de 11 | 5 (2 anônimas) | Sim |
| O GloboNotícia | 8,2 | 9 de 11 | 4 (1 anônima) | Sim |
Fatos em comum: quantos dos 11 fatos relatados pela maioria dos veículos aparecem em cada matéria. Clique no nome do veículo para ver a avaliação completa.
CartaCapital Notícia
Relata a detenção, mas o título fala em atirar e em preso; a narrativa de embriaguez se apoia em relatos de testemunhas e em imagens que circulam nas redes.
Ver a avaliação completa
- Fontes ouvidas
- 6 fontes: 4 nomeadas (1 governo, 2 outro político, 1 documento ou dado oficial) e 2 anônimas.
- Outro lado
- Sim. Traz a versão da assessoria e a nota do deputado, que diz que se envolveu em uma discussão e que os fatos serão esclarecidos. “A assessoria de Aguiar afirma que ele não foi preso e que estava sob efeito de medicamentos fortes, que teriam provocado uma reação adversa.”
- Fatos em comum
- 10 de 11. Não relata:
- Segundo a polícia, a arma estava com registro e porte válidos.
-
Factualidade 7 de 10
Relato majoritariamente factual, com a descrição emocional do deputado na narração, que vai além do que as imagens mostram.
-
Atribuição de fontes 8 de 10
Afirmações centrais como a embriaguez, a PM e a assessoria têm origem indicada, e as imagens são citadas como fonte.
-
Equilíbrio 9 de 10
Traz a versão da assessoria e a nota do deputado sobre a discussão e a medicação.
-
Fidelidade do título 3 de 10
O título afirma que o deputado atirou e foi preso, o que o texto não sustenta, já que ele foi detido e liberado e a arma disparou após a queda.
O que estas notas medem
A nota geral é a média simples das notas que se aplicam. Cada nota segue uma régua escrita, a mesma para todos os veículos.
Factualidade: Quanto do texto é relato de fatos e de falas atribuídas, e não juízo ou especulação do próprio veículo. Falas de entrevistados contam como fato atribuído, mesmo quando opinativas. Não mede se a notícia é verdadeira.
Atribuição de fontes: Se as informações relevantes dizem de onde vêm: pessoa, órgão, documento ou dado com fonte. Fonte anônima explicada pesa menos que fonte vaga. Não mede se a fonte é confiável.
Equilíbrio: Quando há disputa, acusação ou crítica, se as partes envolvidas têm espaço, incluindo o outro lado. Não se aplica quando não há disputa. Não mede quem tem razão.
Fidelidade do título: Se o título diz o que o texto sustenta, sem exagerar nem perder ressalvas importantes. Não mede a escolha do assunto nem o destaque que o veículo deu a ele.
Nenhuma nota mede se a notícia é verdadeira. As notas valem para esta matéria, não para o veículo.
-
Título desalinhado do conteúdo
Deputado do PL é preso após atirar com arma de fogo em balada em São Paulo
O título afirma que ele atirou e foi preso, mas o texto diz que a arma disparou quando ele caiu e que ele foi detido e liberado; a versão neutra seria 'disparo de arma durante confusão'.
Conferido no texto original. Abrir a matéria
-
Linguagem carregada
que, aos prantos, anda cambaleando e falando sozinho.
Descreve o deputado com detalhes de tom emocional a partir de imagens; a versão neutra descreveria apenas o que as imagens mostram.
Conferido no texto original. Abrir a matéria
Estadão Notícia
Perfil biográfico do deputado, com a detenção como gancho; dá mais espaço à trajetória artística e política do que ao episódio em si.
Ver a avaliação completa
- Fontes ouvidas
- 4 fontes: 2 nomeadas (1 governo, 1 documento ou dado oficial) e 2 anônimas.
- Outro lado
- Sim. Registra a tentativa de contato com a defesa, mas não traz a versão do deputado sobre o disparo. “A defesa dele não foi localizada.”
- Fatos em comum
- 5 de 11. Não relata:
- Não houve feridos no episódio.
- A pistola Glock calibre .380 do deputado foi apreendida e encaminhada para perícia.
- Segundo a polícia, a arma estava com registro e porte válidos.
- Segundo a versão do deputado, relatada à polícia ou por sua assessoria, ele sentiu mal-estar atribuído a medicamentos e, se houve disparo de sua arma, foi acidental.
- Horas antes do episódio, Aguiar participou de ato de apoio a Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista.
- A arma e o caso ainda estão em apuração, e a causa do disparo não foi esclarecida até a publicação.
-
Factualidade 8 de 10
Relato factual com uma leve qualificação do veículo, 'construiu carreira pública entre a música e a política', que não muda o sentido.
-
Atribuição de fontes 6 de 10
Afirmações centrais como a liberação do deputado 'em razão da imunidade parlamentar' aparecem sem fonte identificada.
-
Equilíbrio 7 de 10
Registra que a defesa não foi localizada, mas não traz nenhuma fala do deputado ou de sua defesa.
-
Fidelidade do título 9 de 10
Título fiel ao texto e ao fato principal, com o termo 'detido' e a identificação do caso.
O que estas notas medem
A nota geral é a média simples das notas que se aplicam. Cada nota segue uma régua escrita, a mesma para todos os veículos.
Factualidade: Quanto do texto é relato de fatos e de falas atribuídas, e não juízo ou especulação do próprio veículo. Falas de entrevistados contam como fato atribuído, mesmo quando opinativas. Não mede se a notícia é verdadeira.
Atribuição de fontes: Se as informações relevantes dizem de onde vêm: pessoa, órgão, documento ou dado com fonte. Fonte anônima explicada pesa menos que fonte vaga. Não mede se a fonte é confiável.
Equilíbrio: Quando há disputa, acusação ou crítica, se as partes envolvidas têm espaço, incluindo o outro lado. Não se aplica quando não há disputa. Não mede quem tem razão.
Fidelidade do título: Se o título diz o que o texto sustenta, sem exagerar nem perder ressalvas importantes. Não mede a escolha do assunto nem o destaque que o veículo deu a ele.
Nenhuma nota mede se a notícia é verdadeira. As notas valem para esta matéria, não para o veículo.
Nenhum trecho de opinião, especulação ou linguagem carregada encontrado.
Folha de S.Paulo Notícia
Relata a detenção e a apreensão com base em registros policiais e em testemunhas, e registra as tentativas de contato sem resposta do deputado e do advogado.
Ver a avaliação completa
- Fontes ouvidas
- 7 fontes: 6 nomeadas (2 governo, 1 outro político, 2 documento ou dado oficial, 1 outro veículo ou agência) e 1 anônima.
- Outro lado
- Sim. Registra a tentativa de contato com o deputado e com o advogado, sem resposta, e traz o depoimento do deputado à polícia. “A Folha procurou o deputado pelo celular nesta manhã, mas a ligação vai direto para caixa postal e as mensagens não aparecem sequer como entregues.”
- Fatos em comum
- 11 de 11.
-
Factualidade 9 de 10
Texto em sua maior parte relato de fatos e falas atribuídas a registros policiais e testemunhas, sem juízo do veículo.
-
Atribuição de fontes 9 de 10
Quase todas as afirmações relevantes têm origem identificada, como o registro policial, a SSP e a assessoria da Alesp.
-
Equilíbrio 9 de 10
Registra as tentativas de contato com o deputado e com o advogado e relata o depoimento do deputado sobre o disparo.
-
Fidelidade do título 9 de 10
Título resume o fato principal com precisão e usa 'detido', termo que o texto também usa.
O que estas notas medem
A nota geral é a média simples das notas que se aplicam. Cada nota segue uma régua escrita, a mesma para todos os veículos.
Factualidade: Quanto do texto é relato de fatos e de falas atribuídas, e não juízo ou especulação do próprio veículo. Falas de entrevistados contam como fato atribuído, mesmo quando opinativas. Não mede se a notícia é verdadeira.
Atribuição de fontes: Se as informações relevantes dizem de onde vêm: pessoa, órgão, documento ou dado com fonte. Fonte anônima explicada pesa menos que fonte vaga. Não mede se a fonte é confiável.
Equilíbrio: Quando há disputa, acusação ou crítica, se as partes envolvidas têm espaço, incluindo o outro lado. Não se aplica quando não há disputa. Não mede quem tem razão.
Fidelidade do título: Se o título diz o que o texto sustenta, sem exagerar nem perder ressalvas importantes. Não mede a escolha do assunto nem o destaque que o veículo deu a ele.
Nenhuma nota mede se a notícia é verdadeira. As notas valem para esta matéria, não para o veículo.
Nenhum trecho de opinião, especulação ou linguagem carregada encontrado.
G1 Notícia
Centra a reportagem em relatos de testemunhas sobre o comportamento do deputado antes do disparo; a leitura depende de fontes anônimas e de documentos policiais.
Ver a avaliação completa
- Fontes ouvidas
- 6 fontes: 4 nomeadas (1 governo, 2 outro político, 1 documento ou dado oficial) e 2 anônimas.
- Outro lado
- Sim. Registra a nota da assessoria, que aparece truncada no texto, e reproduz o depoimento do deputado à Polícia Civil. “A assessoria do deputado Marcelo Aguiar informa que, sobre o episódio ocorrido na noite do”
- Fatos em comum
- 6 de 11. Não relata:
- Aguiar prestou esclarecimentos na delegacia e foi liberado.
- Um veículo com placa oficial da Alesp também foi apreendido.
- Horas antes do episódio, Aguiar participou de ato de apoio a Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista.
- Aguiar é cantor gospel e integra a bancada evangélica da Alesp; assumiu o mandato em 2025 após Helinho Zanatta (PSD) deixar a cadeira para ser prefeito de Piracicaba.
- Aguiar não foi reeleito na eleição estadual de 2026.
-
Factualidade 8 de 10
A narrativa se apoia em testemunhas e documentos, com atribuições; o veículo não acrescenta juízo próprio fora das falas.
-
Atribuição de fontes 8 de 10
A maioria das afirmações tem fonte, e a condição de anonimato das testemunhas é explicada no texto.
-
Equilíbrio 9 de 10
Reproduz o depoimento do deputado e a nota da assessoria, além dos relatos de testemunhas e do boletim da PM.
-
Fidelidade do título 6 de 10
A manchete leva para o título as expressões de testemunhas anônimas, como 'xavecando', atribuindo-as a testemunhas, mas com destaque sensacionalista.
O que estas notas medem
A nota geral é a média simples das notas que se aplicam. Cada nota segue uma régua escrita, a mesma para todos os veículos.
Factualidade: Quanto do texto é relato de fatos e de falas atribuídas, e não juízo ou especulação do próprio veículo. Falas de entrevistados contam como fato atribuído, mesmo quando opinativas. Não mede se a notícia é verdadeira.
Atribuição de fontes: Se as informações relevantes dizem de onde vêm: pessoa, órgão, documento ou dado com fonte. Fonte anônima explicada pesa menos que fonte vaga. Não mede se a fonte é confiável.
Equilíbrio: Quando há disputa, acusação ou crítica, se as partes envolvidas têm espaço, incluindo o outro lado. Não se aplica quando não há disputa. Não mede quem tem razão.
Fidelidade do título: Se o título diz o que o texto sustenta, sem exagerar nem perder ressalvas importantes. Não mede a escolha do assunto nem o destaque que o veículo deu a ele.
Nenhuma nota mede se a notícia é verdadeira. As notas valem para esta matéria, não para o veículo.
-
Fonte anônima ou vaga
estava embriagado e importunava mulheres antes da confusão que terminou com um disparo de arma de fogo
Afirma na abertura a embriaguez e o assédio como fatos, com base em testemunhas que não se identificaram; a versão neutra exporia que são relatos de testemunhas anônimas.
Conferido no texto original. Abrir a matéria
Jovem Pan Notícia
Apresenta o disparo como acidental e relata a detenção de forma curta; o título fala em prisão, enquanto o corpo do texto diz que o deputado foi liberado.
Ver a avaliação completa
- Fontes ouvidas
- 5 fontes: 3 nomeadas (2 governo, 1 outro veículo ou agência) e 2 anônimas.
- Outro lado
- Sim. Registra a tentativa de contato com a defesa, sem resposta publicada, e deixa o espaço aberto. “O Estadão tenta contato com a defesa do parlamentar. O espaço segue aberto para manifestação.”
- Fatos em comum
- 8 de 11. Não relata:
- Segundo a versão do deputado, relatada à polícia ou por sua assessoria, ele sentiu mal-estar atribuído a medicamentos e, se houve disparo de sua arma, foi acidental.
- Horas antes do episódio, Aguiar participou de ato de apoio a Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista.
- Aguiar não foi reeleito na eleição estadual de 2026.
-
Factualidade 7 de 10
A abertura afirma o caráter acidental do disparo como fato, sem atribuir na mesma frase; o restante é relato factual.
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Atribuição de fontes 7 de 10
Boa parte dos fatos é atribuída à polícia, mas a informação de que ninguém ficou ferido e o caráter acidental aparecem sem fonte na abertura.
-
Equilíbrio 7 de 10
Registra a tentativa de contato com a defesa, mas não traz nenhuma fala do deputado no texto.
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Fidelidade do título 5 de 10
Usa 'preso', que contradiz o texto, onde o deputado foi detido e liberado após prestar esclarecimentos.
O que estas notas medem
A nota geral é a média simples das notas que se aplicam. Cada nota segue uma régua escrita, a mesma para todos os veículos.
Factualidade: Quanto do texto é relato de fatos e de falas atribuídas, e não juízo ou especulação do próprio veículo. Falas de entrevistados contam como fato atribuído, mesmo quando opinativas. Não mede se a notícia é verdadeira.
Atribuição de fontes: Se as informações relevantes dizem de onde vêm: pessoa, órgão, documento ou dado com fonte. Fonte anônima explicada pesa menos que fonte vaga. Não mede se a fonte é confiável.
Equilíbrio: Quando há disputa, acusação ou crítica, se as partes envolvidas têm espaço, incluindo o outro lado. Não se aplica quando não há disputa. Não mede quem tem razão.
Fidelidade do título: Se o título diz o que o texto sustenta, sem exagerar nem perder ressalvas importantes. Não mede a escolha do assunto nem o destaque que o veículo deu a ele.
Nenhuma nota mede se a notícia é verdadeira. As notas valem para esta matéria, não para o veículo.
-
Título desalinhado do conteúdo
Deputado Marcelo Aguiar, do PL, é preso após disparo de arma de fogo em casa noturna de SP
O título fala em prisão, mas o texto diz que o deputado foi detido e, após prestar esclarecimentos, foi liberado; a versão neutra seria 'detido'.
Conferido no texto original. Abrir a matéria
-
Generalização
após um disparo acidental de arma de fogo em uma casa noturna na região do Itaim Bibi
Trata como fato o caráter acidental do disparo, que é a versão do deputado e a hipótese policial; a versão neutra atribuiria a afirmação à polícia.
Conferido no texto original. Abrir a matéria
O Globo Notícia
Perfil do deputado que usa o episódio como gancho; relata o disparo com base em testemunhas e na versão da assessoria, que nega que ele tenha sido preso.
Ver a avaliação completa
- Fontes ouvidas
- 4 fontes: 3 nomeadas (1 governo, 1 outro político, 1 outro veículo ou agência) e 1 anônima.
- Outro lado
- Sim. Traz a nota da assessoria do deputado, que nega a prisão e explica o episódio com medicamentos e discussão. “Em nota, a assessoria afirmou que o parlamentar teve uma reação adversa a medicamentos, envolveu-se em uma discussão e foi à delegacia para prestar esclarecimentos.”
- Fatos em comum
- 9 de 11. Não relata:
- Segundo a polícia, a arma estava com registro e porte válidos.
- Um veículo com placa oficial da Alesp também foi apreendido.
-
Factualidade 8 de 10
Relato factual com uma avaliação do veículo sobre a atuação parlamentar, 'atuação discreta', que não muda o núcleo da notícia.
-
Atribuição de fontes 8 de 10
Testemunhas, Polícia Militar, Hora 1 e assessoria estão identificadas, e a maior parte das afirmações tem origem indicada.
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Equilíbrio 9 de 10
Traz a nota da assessoria do deputado com sua versão, além dos relatos de testemunhas e da PM.
-
Fidelidade do título 8 de 10
Título preciso sobre o fato principal, com 'detido' e 'após disparo', destacando também o perfil do deputado.
O que estas notas medem
A nota geral é a média simples das notas que se aplicam. Cada nota segue uma régua escrita, a mesma para todos os veículos.
Factualidade: Quanto do texto é relato de fatos e de falas atribuídas, e não juízo ou especulação do próprio veículo. Falas de entrevistados contam como fato atribuído, mesmo quando opinativas. Não mede se a notícia é verdadeira.
Atribuição de fontes: Se as informações relevantes dizem de onde vêm: pessoa, órgão, documento ou dado com fonte. Fonte anônima explicada pesa menos que fonte vaga. Não mede se a fonte é confiável.
Equilíbrio: Quando há disputa, acusação ou crítica, se as partes envolvidas têm espaço, incluindo o outro lado. Não se aplica quando não há disputa. Não mede quem tem razão.
Fidelidade do título: Se o título diz o que o texto sustenta, sem exagerar nem perder ressalvas importantes. Não mede a escolha do assunto nem o destaque que o veículo deu a ele.
Nenhuma nota mede se a notícia é verdadeira. As notas valem para esta matéria, não para o veículo.
-
Opinião do autor
Desde então, teve atuação discreta, embora integre a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).
Avaliação do veículo sem fonte sobre a atuação parlamentar; a versão neutra apenas registraria projetos e votações do deputado.
Conferido no texto original. Abrir a matéria